Há 3 dias vi uma (das milhentas) reportagens da "tragédia". Não sou de lágrima fácil e até consigo me emocionar mais com as alegrias do que com as tristezas, mas a maneira como aquela menina de 10 anos lembra e sente a falta do pai que morreu ao tentar salvar uma vizinha, foi-me fatal, e as lágrimas tornaram-se num choro compulsivo.